sábado, 2 de junho de 2012

Logística Supply Chain




O gerenciamento da cadeia de abastecimento tornou-se a principal prioridade da agenda de todas as empresas. Para manter o ritmo das exigências do competitivo
mercado de hoje em dia, as tradicionais cadeias de abastecimento lineares com seus processos seqüenciais estão evoluindo para redes empresariais globais, com grande capacidade de resposta às necessidades dos clientes e aos cenários empresariais em constante câmbio.
Por outro lado, os processos de execução se transformaram em componentes essenciais da cadeia de abastecimento para alcançar esta transformação da rede empresarial. A execução é a área onde profissionais de vendas, atendimento do cliente, contabilidade, gerenciamento de comércio global, depósito e transporte colaboram para tecer uma rede dinâmica de carregadores, transportadoras e provedores de serviços de logística (LSP).
O objetivo é administrar o movimento de materiais, produtos, informação e finanças da forma mais eficiente possível e ao mesmo tempo satisfazer os requisitos dos clientes de forma rentável.
Embora se trate de um conceito simples, é complexo para planejar e executar.
Está muito difundida a crença que uma estratégia para alcançar a eficiência no transporte pode trazer aparelhada uma grande recompensa. Não obstante, quando faz parte de uma estratégia de execução de maior alcance, o rendimento
é inclusive superior. “A globalização, a subcontratação e a redução da duração dos ciclos estão acarretando riscos, custos e complexidade às operações de transporte”, disse Adrián González, diretor do conselho executivo de logística, ARC Advisory Group. “As empresas que adotam uma perspectiva centrada nos processos do princípio ao fim, terão mais sucesso financeiro e operacional. As empresas têm que reconhecer que o gerenciamento do transporte não é um processo isolado, mas sim interage com outras séries de funções empresariais, como gerenciamento de pedidos, compras, gerenciamento de depósitos,
atendimento ao cliente e finanças”.
O gerenciamento do transporte em um nível global tem que admitir processos empresariais adaptáveis e fáceis de administrar. Os processos adaptáveis também podem ser conectados com a cadeia de informação (por exemplo, o gerenciamento de eventos da cadeia de abastecimento, o cálculo de custos de transporte e os cartões de avaliação de cumprimento dos contratos de nível de serviço) para oferecer uma melhor colaboração automatizada com parceiros, fornecedores e clientes. Os processos adaptáveis podem habilitar prestações globais mediante o planejamento das atividades de transporte aéreo, marítimo, ferroviário, terrestre, em pacotes e entregas postais.
Muitas empresas enfrentam constantemente os desafios da transparência e da comunicação interempresarial em seu cenário de execução. Normalmente têm vários sistemas que não necessariamente se comunicam entre si em todo o processo empresarial. A arquitetura orientada a serviços empresariais (Enterprise SOA) permite a colaboração interempresarial necessária com clientes, fornecedores e parceiros de negócios, mediante serviços empresariais que se baseiam em padrões industriais e tipos de dados globais. A Enterprise SOA significa uma vantagem para o cenário de transporte tanto de um ponto de vista tecnológico como de processo empresarial. A Enterprise SOA simplifica as conexões e facilita a interoperabilidade específica do setor, de acordo com padrões tecnológicos, o que permite que as empresas adaptem seus processos mais facilmente às necessidades empresariais em constante câmbio.
O transporte constitui um elo essencial da cadeia de abastecimento integral e da estratégia logística, o qual se integra de muitas maneiras em processos maiores, como o processo do pedido até a cobrança e o de provisão de pagamento. Ao escolher uma solução de software, as empresas devem levar em consideração, além de suas funções e características, também o modo em que a solução interage com a rede empresarial de maior tamanho.

Um Sistema Logístico de Gerenciamento de pedidos de transporte

Em um cenário que é regido pela demanda, a última fonte de demanda é o cliente. As empresas precisam antecipar as necessidades dos clientes e melhorar a capacidade de resposta a suas demandas, mediante a introdução no mercado de produtos de alta qualidade e de valor agregado antes que a concorrência.
Tudo começa com o pedido, seja um pedido de cliente, uma ordem de compra ou um pedido de serviço de transporte.
Os pedidos são os meios pelos quais as empresas se comunicam entre si, eletronicamente, com documentos ou verbalmente. Para administrar os pedidos de forma eficiente e colaborar com os parceiros comerciais, é necessário qualidade de dados, sincronização e coerência entre as numerosas fontes de informação de pedidos.
O gerenciamento de pedidos requer a capacidade de administrar e supervisar ofertas, pedidos, alterações, estados e confirmações. Para serem competitivas, as empresas não podem permitir que o gerenciamento de sua função de transporte seja realizado de forma isolada, mas precisam ter o poder de comunicar a informação de pedidos com uma precisão inquebrantável. Isto normalmente requer sincronização de dados, depuração de dados e comunicação entre as diversas partes. As organizações têm que dispor de padrões e sistemas para administrar este fluxo de comunicações, sejam padrões EDI como ANSI ou EDIFACT (padrão de comércio global das Nações Unidas). Inclusive com padrões para uma melhor sincronização de dados, os dados muitas vezes são incoerentes ou estão incompletos e é preciso depurar de forma ativa.

Compuware Lança Acelerador Da Solução Changepoint

Ferramenta auxilia empresas no gerenciamento de seu portfólio de produtos e na automação de seus serviços profissionais

A Compuware, empresa líder em monitoramento de aplicações com foco em usuários finais, anuncia novo acelerador para a solução Changepoint, especialmente desenvolvida para ajudar empresas a alcançarem o máximo retorno de seus investimentos por meio de melhores práticas de planejamento, desenvolvimento de produtos e entrega de serviços.
Entre as novas práticas disponíveis na ferramenta Changepoint estão fluxos de trabalho, painéis, relatórios e medições, todas pré-configuradas e prontas para o uso. Assim, a solução fica preparada para atender as novas demandas da recuperação da economia, que impulsiona empresas de tecnologia a buscar novas maneiras para incrementar o rendimento de seus produtos e serviços, bem como a participação no mercado.
Para assegurar esta movimentação positiva, as empresas precisam amadurecer seus processos com rapidez, aumentando a visibilidade em quatro áreas-chave: idealização de novos produtos, planejamento de lançamentos, gerenciamento e desenvolvimento de produtos, junto à entrega e suporte de serviços. Esta questão é especialmente desafiadora para empresas de tecnologia, onde essas funções costumam operar com processos desconexos, trazendo muitas vezes impactos na qualidade e no tempo de lançamento do produto.
Este é o principal benefício que oferece a adoção do novo acelerador do Changepoint. Sua implantação nas empresas cria uma oportunidade instantânea, oferecendo processos mais completos, que seguem as melhores práticas do mercado. Além disso, conta com total visibilidade operacional por incluir um panorama de Gerenciamento de Portfólio de Produto (PPM) junto às suas capacidades de automação de serviços profissionais (PSA).
“O Changepoint literalmente coloca nas mãos de empresas de tecnologia o conhecimento coletivo do mercado de gestão de serviços e produtos”, afirma Arnaldo Murassaki, country manager da Compuware no Brasil. “É possível levar excelência para áreas de gestão de serviços, recursos e planejamento de produtos, construindo assim um ciclo de entrega cada vez mais confiável e replicável”, explica o executivo.
A solução Changepoint também permite que as empresas aumentem sua rentabilidade com serviços profissionais, enquanto mantêm o foco em decisões e entrega de produtos efetivas. Assim, as companhias alcançam o crescimento de serviços com fortes margens, disponibilizando produtos mais competitivos, além de uma mistura de serviços que tragam alto retorno sobre investimento (ROI), mantendo receitas e o máximo de rentabilidade.
Fonte: S2 Comunicação
Ana Tolezano

Land Rover desiste de fábrica no Brasil


"Falta de clareza" pode ter desmotivado investimento da companhia no país

São Paulo - A Jaguar Land Rover, divisão de carros de luxo da indiana Tata Motors, suspendeu seu plano de investir em uma fábrica no Brasil por acreditar que "falta clareza em termos de políticas" para automóveis no país.
A Land Rover havia anunciado o interesse em construir sua primeira fábrica brasileira em janeiro deste ano, dentro de sua estratégia de expandir sua atuação em mercados emergentes. 
A companhia não foi a única montadora a dar um passo para trás em seus planos no Brasil. A BMW, que também havia anunciado a intenção de construir uma planta por aqui no início do ano, também deixou os planos em quarentena por motivos semelhantes. 

Exame

15 insights de marketing que você pode ter deixado passar


Fique por dentro do que aconteceu em publicidade durante a semana

Faceboook no Reclame Aqui: a exibição de posts patrocinados de páginas não seguidas por usuários da rede social tem gerado várias queixas nos últimos dias. Uma delas, relacionada a posts de Luciano Huck e Marcelo Tas, foi parar no Reclame Aqui.
O "canguru da Samsung" e o dragão: uma resposta bem-humorada de Drew Bomhof, gerente de comunidades online da Samsung Canadá, a Shane Bennett, um fã que pedia um Galaxy S III, virou sensação na internet.
Anderson Silva: veja em filme e fotos a estreia do lutador na nova campanha da Philips. A marca diz que Anderson representa "o perfil do novo homem brasileiro". Você concorda?
Top 50 (foto): você sabe quem são as 50 marcas que estão transformando o mundo, na opinião do guru Peter Fisk? Dica: Pinterest, Apple, IBM, Nintendo, Baidu e Spotify estão na lista. Veja o ranking, com comentários do autor.
Sadia: a marca lança hoje uma promoção que dará quase R$ 3 milhões em prêmios e envolverá tanto consumidores quanto varejistas. Trata-se da "maior promoção de sua história", disse a empresa.
10 mandamentos da Post-it: em entrevista, o norte-americano Art Fry detalha o processo de criação do famoso bloco de anotações e dá 10 dicas para manter a inspiração em alta.
Infográfico: veja a evolução dos logotipos dos Jogos Olímpicos desde 1896.
GM x Facebook: Há duas semanas, a GM anunciou uma retirada de 10 milhões de dólares em publicidade paga no Facebook. Na época, a montadora chegou a receber umaprovocação da Ford por causa do argumento apontado para o cancelamento - a falta de eficácia dos anúncios. Mas segundo o Ad Age, o motivo não foi bem esse.
"Juntos num só ritmo": a Fifa e o COL anunciaram na noite da última terça-feira o slogan da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. E aí? O que achou?
Top of Mind: C&A, Nike e Hering são as marcas mais lembradas no Brasil, de acordo com uma pesquisa do Instituto Qualibest. Veja quem são as outras citadas.
Sucessos de compartilhamento: sabe aqueles virais fofos de gatos que tomaram conta do YouTube? A ONG Oito vidas escolheu os vídeos de maior sucesso e substituiu os felinos por humanos para chamar a atenção ao abandono dos animais.
Nova Schin: a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT - enviou uma carta ao Conar pedindo a imediata retirada do ar do comercial "Festa de São João", da marca de cerveja, afirmando que a propaganda é discriminatória. A Nova Schin se defendeu: "não houve intenção de ofender ou discriminar qualquer pessoa"
Brahma x Kaiser: a primeira cerveja desbancou a segunda e fechou de uma só vez patrocínio ao Corinthians, Palmeiras, Santos e ao São Paulo, o G4 paulista. 
Mobile marketing: 5 dicas de Paul Gelb, vice-presidente e fundador da área de mobile da Razorfish, para entrar com o pé direito em smartphones e tablets.
Fiat para crianças: a montadora se juntou à Brinquedos Bandeirantes para lançar o Uno Passeio e o Uno Elétrico, inspirados no Novo Uno, em versões infantis. Os produtos estão disponíveis na loja virtual Fiat Fashion e em pontos de venda especializados do Brasil.

Exame

As habilidades que todo empreendedor deve ter


Dominar técnicas de gestão e ser determinado são capacidades encontradas em empreendedores de sucesso

 Ter uma boa ideia e paixão pelo negócio não bastam para que você seja um empreendedor de sucesso. Para Fernando Campos, investidor-anjo e gestor da Devise, dominar técnicas de gestão de negócios é a habilidade que ele mais sente falta nosempreendedores brasileiros. "Você pode ter capacidade técnica, domínio de conhecimento e ótimas ideias, mas também é preciso ter visão de negócios, saber gerir e liderar pessoas", afirma.
Edison Kalaf, professor de inovação e empreendedorismo da Business School São Paulo (BSP), conta que o essencial é acreditar no negócio e se dedicar. "É o trabalho que importa, não basta só investir", diz.
Com a ajuda de Campos, Kalaf e Rose Mary Lopes, coordenadora do Centro de Empreendedorismo da ESPM, Exame.com listou algumas habilidades indispensáveis para ser um empreendedor de sucesso.
Ser determinado
Por mais que uma pessoa tenha cursos e certificados, dificilmente acertará seu negócio de primeira. "Tem que ser persistente usando a razão, pois alguns empreendedores se apaixonam pela ideia e não conseguem enxergar além disso", explica Kalaf.
Para Campos, o empreendedor não pode desistir por qualquer barreira. "É preciso ter essa energia para, por exemplo, ligar para amigos e pedir indicações e também para bater na porta de clientes", afirma. "Um empreendedor tem que matar vários leões por dia, mas tem que ter claro quais são os seus objetivos para poder casar com as oportunidades que surgirem", explica Rose.
Dominar técnicas de gestão
Contabilidade, recursos humanos e áreas de suporte ao negócio exigem conhecimento formal. Mesmo em uma empresa muito pequena é preciso identificar em quais áreas ele precisa de ajuda e gerir. "Uma boa forma de aprender é frequentar competições de startups, quem ganha fala de seus negócios e conta como se prepara", explica Campos.
Kalaf conta que o empreendedor precisa assumir que não é genial para tudo. "Improvisação em geral dá certo, mas não dá para improvisar sempre", afirma. Para Rose, não é um aprendizado fácil: um empreendedor tem que aprender a demitir pessoas, por exemplo.
Manter-se informado
Para os especialistas, além da importância de se atualizar sobre o mercado em que atua, é preciso estar atento também com o que está acontecendo dentro de sua empresa. "Verifique se há insatisfações. Cocê pode não estar canalizando talentos adequadamente", explica Rose.
"De nada adianta entrar em um negócio em que pouco se entende. Naturalmente que o empreendedor não precisa ter anos de experiência em um determinado segmento para poder empreender, mas ele deverá no mínimo fazer um belo dever de casa estudando tudo o que puder sobre o tema antes de se aventurar", explica Campos.
Além disso, é bom o empreendedor circular em eventos de outros setores e trocar informações com pessoas de seu segmento.
Saber ouvir
"Muita gente acha que tem essa capacidade, mas alguns empreendedores têm uma postura muito confiante e não estão dispostos a ouvir opiniões que podem lhe ajudar e ajudar seus negócios", afirma Campos. Ele explica que um empreendedor precisa, sim, ser confiante, mas precisa aceitar que algumas vezes ele pode estar errado. "Alguns fingem que sabem ouvir, mas depois acabam ignorando ou abandonando tudo que você falou ", diz.
Saber se comunicar
Kalaf diz que todo empreendedor precisa saber vender suas ideias e produtos bem. "Ele tem que ser capaz de comunicar a sua visão de negócios e valores para outros e conseguir inspirar as pessoas com quem trabalha", explica. Essa habilidade o tornará líder para conseguir apoio para suas ideias e incentivará inovação.
Ter autocrítica
O empreendedor precisa se conhecer bem para identificar quais são os seus pontos fortes e fracos. "Caso contrário, ele pode extrapolar no otimismo, na sua vontade de achar que pode dar tudo certo e que pode fazer tudo sozinho", afirma.
Ela explica que muitos empreendedores não conseguem perceber alguns sinais de alerta, como de que precisam de um parceiro que seja experiente em uma área que ele não domina.

Exame

sexta-feira, 1 de junho de 2012

BUSINESS INTELLIGENCE




Acesso no momento certo à informação relevante sempre foi um aspecto crítico do sucesso nos negócios. Agora, com o uso generalizado da Internet, tecnologias de coleta de dados — com ou sem fio — como a RFID e o conseqüente aumento das fontes de dados, isso é ainda mais importante.Empresas Business Intelligence (BI) fornecem um quadro completo  para satisfazer as várias necessidades dos usuários finais, profissionais de TI e gerentes executivos. Elas reúnem uma poderosa infra-estrutura de inteligência de negócios, um conjunto abrangente de ferramentas, capacidades de planejamento e simulação e funcionalidades de data-warehousing — tudo entregue por meio de uma tecnologia de portal corporativo.

Com o Sistema BI, você pode integrar dados de toda sua empresa e de outros lugares, transformando-os em informação prática e atualizada que resulta em tomadas de decisão seguras, ações bem direcionadas e resultados sólidos de negócios. Ele suporta:

  • Data-warehousing – Gestão de data warehouse; modelagem de negócios; extração, transformação e carregamento que permitem a você construir data warehouses, modelar a arquitetura de informação de acordo com a estrutura de negócios e gerenciar dados de múltiplas fontes.
  • Inteligência de negócios – analíticos online, data mining e alertas dão base para acessar e apresentar dados, procurar por padrões e identificar exceções.
  • Planejamento de negócios – Um framework de planejamento de BI com funcionalidades seguras de fluxo de trabalho suporta planejamento e orçamento — usando a Web ou o Microsoft Excel — baseados em dados corporativos consolidados para planejamento bottom-up ou top-down.
  • Percepção de negócios – A criação personalizada de pesquisas, relatórios e análises, assim como o design de aplicativos Web, permite que você crie relatórios de análise, dê suporte a decisões em todos os níveis e apresente software de inteligência de negócios na Web.
  • Medições e gerenciamento – Gestão de conteúdo de negócios, gerenciamento de metadados e inteligência de negócios colaborativa monitoram o progresso, oferecem templates de relatórios, asseguram informação consistente e ajudam os tomadores de decisão a trabalharem em conjunto.
  • Serviços open-hub – As funcionalidades dos serviços open-hub permitem a distribuição de informação empresarial auditada e de alta qualidade por meio de webservices para aplicativos. Troca massiva de dados, change data capture (CDC) e funcionalidades de modelagem simplificam o desenvolvimento e permitem operações de baixo custo.
  • Broadcast de informação – As funcionalidades de transmissão de informação suportam a distribuição em massa de informação para grandes audiências de forma personalizada e segura. Você pode transmitir informação como um documento offline ou um relatório ao vivo por e-mail personalizado ou pela Internet de acordo com uma agenda ou com eventos-chave.
  • Aceleração da inteligência de negócios – Baseada em compressões, processamento de memória em paralelo e tecnologias de busca, a funcionalidade SAP NetWeaver BI Accelerator, por exemplo, melhora a performance de pesquisas, reduz as tarefas de administração e encurta os processos em batch. Desenvolvido como uma ferramenta para os processadores Intel, o acelerador oferece consistentemente tempos de resposta rápidos, mesmo com aumento do volume de dados, número de usuários e análises.
SAP NetWeaver BI Accelerator